Abaixo você acompanha as pergunas e respostas feitas pelo repórter Juscelino Ferreira ao secretário Everaldo Martins sobre o atual governo:
Agência Podium – Que medidas o governo municipal está tomando diante da possibilidade de desativação do aterro sanitário de Perema?
Everaldo Martins Filho – Ontem nós estivemos fazendo uma visita ao aterro, eu a secretária de Infraestrutura, o secretário de Governo e representantes da empresa que faz a limpeza pública em Santarém, com o objetivo de saber quais as medidas que serão adotadas imediatamente para que o Ministério Público Estadual novamente se sinta contemplado do ponto de vista da segurança ambiental que precisa ter o aterro sanitário.
AP - E quais as medidas que já estão sendo adotadas?
EMF – uma das medidas imediatas que estão sendo tomadas é o fechamento das células antigas e a abertura de novas, pois nós não dispomos de uma outra área para servir como aterro sanitário. Mas é importante lembrar que o aterro está funcionando naquele local, porque houve uma decisão técnica orientando o então prefeito Lira Maia a instalar o aterro naquele local, pois segundo essa decisão, aquele era o melhor lugar para esse tipo de atividade. Hoje, porém, nós temos certeza que não há contaminação do lençol freático, pois foram construídos três poços de coleta de onde há cada dois ou três meses são retiradas amostras do lençol e do igarapé para verificar se há contaminação, seja bacteriológica ou química, contudo as informações que nós temos, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura é de que não há contaminação, portanto, o que está sendo feito no local ainda é seguro do ponto de vista ambiental.
AP - O Ministério Público alega que o aterro está funcionando sem licenciamento ambiental, o que tem a dizer em relação a isso?
EMF - Nesta manhã (ontem, 20) o engenheiro sanitarista João Santos está numa reunião em Belém, com o secretário adjunto de Meio Ambiente, justamente para tratar desse licenciamento que a gente precisa atualizar. E volto a repetir, nós estamos trabalhando no sentido de contemplar as demandas apresentadas pelo Ministério Público, pois não há outro local para depositar o lixo produzido pela população de Santarém.
AP – Caso se confirme a desativação do aterro, por meio de uma decisão de judicial, que medidas a Prefeitura pretende adotar para dar destinação ao lixo?
EMF – A Prefeitura vai conversar com todos os órgãos envolvidos na questão, inclusive o Ministério Público Estadual, para ver se eles têm uma proposta de área tecnicamente melhor do que a que nós temos, porque nós afirmamos que essa área que foi escolhida há alguns anos, na gestão do ex-prefeito Lira Maia, ela está correta do ponto de vista da segurança ambiental, principalmente com o processo que nós estamos adotando de utilização da área, abrindo células, fechando células e fazendo o exame constante do lençol freático e da água do igarapé.
AP – Quando deve começar o processo de implantação do novo cemitério de Santarém?
EMF - Nós estamos fechando o projeto e vamos executá-lo nos próximos meses, temos a questão da diminuição de receita, já esse é um projeto executado com recursos do tesouro municipal, mas com certeza dentro dos próximos 12 meses nós vamos instalar o novo cemitério da cidade na área que a Prefeitura já apropriou e inclusive pagou. Essa área está localizada no bairro do Mararu, próximo ao cemitério daquele bairro e mede cerca de 32 hectares. Ela custou aos cofres do município algo em torno de R$ 70 mil. Leia Mais…